terça-feira, 6 de janeiro de 2015

VOLVO do Brasil alavanca seus negócios com o ERP CIGAM

Sistema coloca a matriz na Suécia em conexão com todas as concessionárias no Brasil

A Volvo do Brasil Veículos, montadora de caminhões, ônibus e autopeças há 24 anos no Brasil e líder nacional no setor de caminhões pesados, adotou o ERP CIGAM 8.i., desenvolvido pela Abyz Informática, software house de Novo Hamburgo, RS, para colocar em prática o seu novo modelo de gestão dos negócios que tem como objetivo integrar as operações de negócios entre as concessionárias no Brasil e a matriz na Suécia.

A Volvo já possuía um sistema global de gestão de concessionárias chamado GDS (Global Dealer System), composto de módulos para o controle de peças, serviço e vendas. Para as atividades administrativas, financeiras, fiscais e contábeis a Volvo definiu o CIGAM para o mercado brasileiro, que deverá ser usado por todas as concessionárias em conjunto com o GDS.

Para que a integração em tempo real entre os sistemas e as informações fossem transparentes aos usuários, foram desenvolvidas interfaces pelas quais as concessionárias pudessem utilizar o GDS para as áreas de negócios e o CIGAM para os processos financeiros e contábeis. "Antes do sistema CIGAM, a rede de concessionárias Volvo utilizava um sistema padrão sem comunicação on-line entre matrizes e filiais e sem consolidação de dados", conta Daniel Rugilo, Analista de Sistemas, responsável pela implantação do projeto. "O novo ERP trouxe mais agilidade aos negócios porque permitiu a padronização das operações de todas as nossas concessionárias e integrações em tempo real entre as bases de dados das concessionárias com as bases de dados corporativas (técnicas e administrativas) da Volvo", comenta. O ERP CIGAM 8i está instalado na matriz na Suécia e roda em servidores AS-400 e NT , sendo os dados armazenados em servidores AS 400 (DB2). Conectando on-line a Volvo com todas as concessionárias no Brasil. A operação dos sistemas é centralizada, visando a redução do custo operacional das concessionárias.

Um dos principais fatores que pesou na escolha do CIGAM entre diversos softwares do mercado nacional e internacional, foi o fato dele ser multiplataforma, característica única, possível graça a ferramenta com a qual ele foi desenvolvido, o MAGIC – RADD (Rapid Application Development and Deployment), o que lhe permite atuar em ambientes cliente/Servidor e Intranet/Internet e rodar em servidores IBM AS/400, Windows NT, Linux, Unix ou iSeries, além de poder acessar os vários bancos de dados do mercado, inclusive os 'codefree' como o PostgresSQL e MySQL. Outras características também foram levadas em conta, segundo Daniel Rugilo, como suportar ambientes multi-empresa e multi-filial, apresentar um bom nível de integração amigável entre os seus componentes e permitir que o fluxo de informações fosse agilizado na concessionária".

Na avaliação do analista, a implementação do CIGAM foi facilitada devido a grande agilidade na customização do CIGAM às necessidades da rede de concessionárias Volvo, cobrindo plenamente as necessidades propostas pelo projeto GDS, trazendo por conseqüência agilidade as concessionárias no controle das unidades (matrizes e filiais), nas informações de negócio e operações como fechamentos contábeis, fiscais e gerenciais.

A solução GDS-CIGAM permitiu, segundo o analista, que outros pontos importantes fossem preconizados pelo novo modelo de gestão proposto, "como a padronização dos processos econômicos e financeiros (implementação de ferramentas padrões, como, por exemplo, plano de conta comum para todas concessionárias), facilitando análises comparativas de desempenho, além de garantir a integração em tempo real entre as bases de dados das concessionárias com as bases de dados corporativas (técnicas e administrativas) da Volvo, fábrica e rede de concessionárias, que obteve um grande beneficio com a implementação do CIGAM, pois todos os processos e indicadores gerenciais foram padronizados, permitindo uma análise e comparação entre os grupos econômicos".

A Volvo do Brasil possui 68 concessionárias no País, pertencentes a 12 grupos econômicos, direcionados à comercialização de caminhões e ônibus. A previsão é de que até o final de 2004 todas essas concessionárias estejam utilizando o CIGAM juntamente com o sistema de gestão - GDS, totalizando cerca de 1.200 usuários no Brasil.

A implantação é efetuada por uma equipe conjunta da Volvo e da ABYZ, tem duração média de 3 meses (1 de treinamento e 2 de acompanhamento) para cada concessionária e o suporte aos usuários pós implementação é prestado pela ABYZ.


Fonte: Daniel Rugilo - Analista de Sistemas da Volvo
disponível em:http://www.cigam.com.br/case/1/volvo-do-brasil-alavanca-seus-negocios-com-o-erp-cigam/

Infográfico do mercado de ERP em 2013

Como ainda estamos no início de 2015, ainda não existem dados referentes ao mercado de ERP em 2014, mas os dados estudados ainda são bem recentes e servem como uma boa base para entendermos como está funcionando o mercado atualmente. 

Crescimento geral no mercado de ERP mundial em 2013 foi melhor que em 2012 aponta estudo


Informações setoriais apurados ao redor do mundo apontam uma tendência: as empresas de software estão buscando cada vez mais melhorar seu posicionamento dentro de três áreas estratégicas da Tecnologia da Informação: Saas (Software as a service), CRM (Customer Relationship Management) e ERP (Enterprise Resource Planning).

No mais recente relatório do Gartner, o mercado de CRM cresceu cerca de 14% entre 2012 e 2013 , de US$ 18 Bi para  US$ 20,4 Bi. A Gartner também aponta que 41% dos sistemas de CRM vendidos foram baseados em SaaS.

Já para o mercado de ERP, segundo relatório da mesma instituição, 2013 foi melhor do que 2012, com crescimento ligeiramente menor que 4% em 2013, ante um percentual de 2,2% em 2012.

A parte interessante disso é que mais de 40% destes dois setores (ERP e CRM) foram vendidos como pacotes SaaS.

SAP

A SAP teve uma taxa de crescimento de quase 13% em 2013 com relação a CRM frente  a uma taxa reduzida de crescimento no mercado de ERP no mesmo ano. A empresa ainda é a líder global em ERP com mais de 24% do mercado e é atualmente a segunda colocada no mercado de CRM, com pouco mais de 13% de market share..

Oracle

A Oracle teve pouco crescimento no mercado de CRM em 2013, apenas 4% , mas a empresa ainda manteve o terceiro lugar com 10% de mercado total. Já para o mercado de ERP, a empresa manteve a segunda posição, com pouco mais de 12% de participação, apesar de um crescimento bastante reduzido em 2013.

Microsoft

A Microsoft teve uma taxa de crescimento perto de 23% em software CRM e pouco ou nenhum crescimento no mercado de ERP em 2013. No mercado geral, a Microsoft têm 7% de market share em CRM e 5 %  em  ERP.

Salesforce.com

A Salesforce.com foi o provedor de CRM que mais cresceu em 2013, a uma taxa de mais de 30%.

Perspectivas e Desafios

Em âmbito geral, as perspectivas para SaaS nas quatro empresas citadas parecem bastante otimistas  em um médio e longo prazo.

Mercado Brasileiro de ERP em 2013

A abordagem feita pelo Estudo Anual de Uso de Tecnologia da Informação no Brasil, elaborado pela Fundação Getulio Vargas, apresentou o que foi o mercado de sistemas de gestão (ERP) no Brasil em 2013.

A concentração do mercado de ERP brasileiro em apenas 3 fabricantes (TOTVS, SAP e ORACLE) que juntas possuem 81% do mercado ainda é bastante significativa, Contudo, o número é menor  que o estudo anterior, que era de 82%, o que pode já sinalizar ai a tendência de segmentação cada vez maior.

A TOTVS é líder com 52% do mercado de empresa até 160 teclados (segundo método do estudo da FGV para classificar o porte das empresas no relatório)

Outro fato relevante é o empate entre a SAP e a Oracle no segmento de pequenas empresas, com 8% cada,  sem grandes alterações de posicionamento desde o último estudo.

No mercado total (englobando de pequenas a grandes empresas) a liderança é da TOTVS com 37% de participação seguida pela SAP com 28% e Oracle com 16%. A Infor mantém sua fatia de 5%.


Avaya entra no mercado de Educação a Distância

Flexíveis e personalizadas, as plataformas da Avaya aumentam a colaboração entre alunos e professores

Atualmente, para muitos estudantes que estão analisando as opções de ensino superior, a disponibilidade e o uso da tecnologia são fatores determinantes.

Avaya EAD

Para uma geração que cresceu com a Internet, jogos online e dispositivos móveis, uma arquitetura de tecnologia reforça as expectativas da experiência educacional. Atenta a este cenário, a Avaya ajuda as instituições tradicionais a montarem ambientes inovadores, que permitem melhores interações com o aluno, por meio de modelos exclusivamente on-line.
Paralelamente às tendências de mobilidade, BYOD (Bring Your Own Device) e consumerização que impactam o mundo dos negócios, hoje em dia, os alunos esperam que a tecnologia esteja integrada também ao currículo. Além disso, o sistema de aprendizagem de “um-para-muitos” - um professor para centenas de estudantes - está sendo substituído por um modelo mais interativo e colaborativo entre os alunos e um corpo docente mais amplo.       
Para quebrar esses paradigmas, as universidades podem utilizar soluções como o AvayaLive® Engage, além de videoconferências móveis e integradas. Dessa forma, é possível criar um ambiente colaborativo que transforma a experiência educacional, atraindo mais estudantes e auxiliando as escolas a ampliarem seu alcance de ensino. Estas tecnologias permitem que as plataformas personalizadas forneçam recursos como acesso móvel e on-demand, possibilitando a entrega de cursos online e tradicionais.
O AvayaLive Engage é um aplicativo moderno e inovador, baseado na nuvem, que proporciona a criação de salas customizadas, nas quais alunos e professores participam como “avatares” em apresentações com imagens 3D, vídeo e áudio dentro da própria sala de aula virtual. Os professores e alunos podem acessar facilmente o conteúdo multimídia de qualquer lugar – até mesmo em escolas ou universidades do exterior. Dessa forma, painéis de discussões públicos e privados podem ocorrer simultaneamente, assim como reuniões particulares.
Fonte: Assessoria de Imprensa AVAYA
Extraído de: http://portalerp.com/noticias/1517-avaya-entra-no-mercado-de-educacao-a-distancia

Vamos exemplificar Módulos(áreas) de um ERP?

Hoje vamos exemplificar Módulos(áreas) de atuação de um ERP, utilizando como base um determinado ERP, que é o CIGAM - SOFTWARE DE GESTÃO.

Módulos do ERP CIGAM

O CIGAM é composto em módulos, cada um atendendo uma área de negócio, esta modularização facilita a navegação pelo sistema, simplificando o processo de treinamento e implementação, que pode ser conduzida em etapas de acordo com as necessidades e capacidade de investimento de cada cliente.



Conheça melhor cada módulo:


ÁREA FINANCEIRA
- Planejamento Orçamentário
- Orçamento e Verbas
- Gestão Financeira
- Contratos
- Controle de Viagens

ÁREA RELACIONAMENTO COM CLIENTE
- Vendas/CRM

ÁREA VENDAS E DISTRIBUIÇÃO
- Faturamento/Pedidos
- Vendas MOBILE (Automação da Força de Vendas)
- Web Pedidos
- Logística e distribuição
- Comércio Exterior
- Gestão de Lojas
- Loja virtual
- Gestão de Postos
- Sincronizador Offline

ÁREA COMPRAS E SUPRIMENTOS
- Suprimento/Compras
- Planejamento de Materiais
- E-Procurement

ÁREA MATERIAIS
- Gestão de Materiais
- Configurador de Produto
- Planejamento de Materiais
- Expedição e Inventário Mobile

ÁREA CONTABILIDADE E FISCAL
- Auditor Fiscal
- Contabilidade
- Escrita Fiscal
- Controle Patrimonial
- Recebimento
- Gestão Fiscal Municipal

ÁREA RECURSOS HUMANOS
- Gestão de Pessoas
- Administração de Pessoal
- Saúde e Segurança

ÁREA INDUSTRIAL
- Engenharia de Produto
- Planejamento de Materiais
- Controle de Produção
- Carga Máquina

ÁREA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
- Gestão de Serviços
- Web Serviços
- Manutenção Industrial
- Gestão de Projetos – Empowered by 2014

ÁREA CONTROLADORIA E CUSTOS
- Custo Estrutural
- Custo ABC
- Custo Real
- Estratégia de Preços

ÁREA BUSINESS INTELLIGENCE
- Gestão do Resultado
- BSC – BALANCED SCORE CARD
- ÁREA DE QUALIDADE
- Gestão Atividades e Planos de Ação
- Gestão Ambiental

GESTÃO DE PROCESSOS
- Work Flow
- BPM – IBOLT

Analise Critica: Podemos ver que à uma gama enorme de áreas presentes em um ERP, e por isso é preciso que quando a empresa for adquirir um ERP, ela venha a estudar bem o que ela precisa e o que a empresa de software oferece, para que tenham um "casamento" perfeito e todas as funções sejam realmente utilizadas ao máximo.

Fonte: http://www.cigam.com.br/erp-cigam-modulos/

Hospital no MT implanta ERP e agiliza administração

Com sede em Sinop, em Mato Grosso, hospital integra gestão financeira, administrativa e de agendamento de consultas e exames enquanto prepara expansão para outros municípios
Hospital e Maternidade Dois Pinheiros ERP

O Hospital e Maternidade Dois Pinheiros, o mais antigo hospital privado em funcionamento no município de Sinop, em Mato Grosso, tem investido fortemente nos últimos anos na ampliação de serviços, exames de alta tecnologia e aprimoramento técnico de sua equipe.
Como etapa importante do projeto, a instituição utiliza desde 2012 o ERP Dzyon para integração das áreas administrativa, financeira e de agendamento hospitalar. 
“Não queríamos algo já pronto e sem personalidade”, diz o doutor Douglas Yanai, Diretor Técnico e Executivo do hospital. “Escolhemos a Dzyon pela experiência em sistemas de gestão para as áreas financeira e administrativa e porque tínhamos vontade de inovar e ter um sistema de gestão só nosso, personalizado e adequado às nossas necessidades”.
“Desde a implantação do ERP, os fechamentos contábeis estão mais rápidos e as informações são facilmente rastreáveis e controláveis”, informa o Doutor Douglas. “Outro ponto forte é que as agendas médicas foram desenvolvidas de acordo com nossas necessidades, permitindo otimização de recursos humanos e transparência no controle”. 
Funcionários de seis setores diferentes utilizam o ERP em suas tarefas diárias. O sistema está ainda totalmente integrado à recém-inaugurada ala de 20 novos consultórios com 40 médicos, realizando a gestão do novo setor com um único cadastro que torna mais fácil e rápido o processo de internações, o fechamento de contas hospitalares, o atendimento médico e a entrada e manipulação de informações básicas pessoais dos pacientes. O Hospital e Maternidade Dois Pinheiros também realiza a gestão de mais de 120 funcionários e colaboradores com o módulo de RH e Folha de Pagamento da Dzyon.
“Se para a Dzyon o projeto representou a incursão em uma área nova, a da gestão de empresas de saúde, para nós a parceria vem agregar ainda mais qualidade aos nossos serviços e trazer a possibilidade de auxiliar no desenvolvimento de um produto feito sob medida para a realidade do nosso hospital”, afirma Douglas Yanai.
O Hospital e Maternidade Dois Pinheiros é o primeiro cliente da Dzyon S/A na área da saúde e o trabalho, revela Francine Nonaka, CEO da Dzyon, deu origem a um novo produto, o Dzyon Gestão da Saúde, que engloba todas as funcionalidades do Dzyon ERP mais os controles particulares desse segmento, como  Agendamentos, Transferências, Check-in, Histórico das Consultas, Exames, Laudos, Convênios etc. "Novos recursos ainda serão implementados, utilizando as melhores tecnologias disponíveis, sempre com o intuito de oferecer uma ótima gestão do negócio e excelência no atendimento ao paciente".
Analise critica:
Vimos com isso que hoje em dia, ter um sistema ERP é muitas vezes que indispensável independente da área de atuação da empresa que precisa desse tipo de sistema, más por ser uma grande mudança, deve ser levada em conta todas as instancias possíveis pois o custo de investimento de um sistema desse porte é sempre muito alto.
Fonte: Assessoria de Imprensa Dzyon
Extraído de: http://portalerp.com/mercado/1519-hospital-no-mt-implanta-erp-e-agiliza-administracao


Entenda melhor os Sistemas ERP


10 dicas para ajudar na escolha de ERP

Como escolher um sistema de gestão ERP  Para sua empresa? Aqui vão 10 dicas separadas por Edgar Marçon, diretor da PLK Consulting, para ajudar na decisão.
Segundo o profissional, que atua com implementação e melhoria de processos operacionais, deve haver cuidado na hora da seleção, levando-se em conta a maturidade e estabilidade das propostas.
“Tenha em mente que se trata de uma escolha para mais de uma década, é importante que a visão seja global, uma vez que é alto o risco de tomar uma decisão com pouca base ou com informações superficiais”, afirma.
Confira a seguiras 10 dicas para escolher ERP:

1 - Definir previamente as necessidades, focos e prioridades da empresa, além de identificar o real objetivo de implantar o novo sistema.
2 - Envolver os principais usuários que serão os responsáveis pela implantação desde o inicio do processo, participando inclusive da escolha do Sistema.
3 - Comparar os sistemas, em bases homogêneas, priorizando processos mais importantes para a empresa, não apenas os que atualmente requerem melhorias.
4 - A definição deve ser feita por comitê com autonomia de decisão, tendo representação das diversas áreas da organização e, se for necessário, incluir um diretor e colaborador da área de compras para negociação.
5 - Verificar a capacitação e experiência de implantação do parceiro, comprometimento que terá com o projeto e o nível de conhecimento dos consultores que estarão participando da implantação.
6 - Antes da definição final, procure visitar clientes usuário do sistema de preferência que tenham o mesmo porte e mercado para conhecer as experiências no processo de implantação, dificuldades de configurações, etc. Incluir também a referencia prática da dimensão dos recursos de infraestrutura, assim será possível coletar sugestões e reduzir riscos na implantação.
7 - Manter a visão holística e plana, verificando o atendimento dos processos da empresa de forma integrada.
8 - Avaliar a tecnologia aplicada no sistema verificando a atualização, se está dentro das tendências e se há pessoal capacitado disponível.
9 - Avaliar o sistema por pontuação em critérios previamente definidos e ponderados conforme a necessidade da Empresa, a pontuação deve ser definida pelo comitê.
10 - A avaliação dos valores financeiros deve incluir o valor de compra das licenças, custo de manutenção para no mínimo três anos, custo da implementação, de mão de obra extra ou pós implementação, além de verificar como será a cobrança de viagens e estadias dos consultores.

Fonte: Info Exame
disponível em: http://www.rdz.com.br/noticia.aspx?action=4